O Professor e o Ensino Virtual

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Como sabemos, o ensino está em constante evolução. A EAD é uma prova viva disso, uma vez que está sempre se adaptando às novas tecnologias e às necessidades dos aprendizes.

Nesse contexto, vale a pergunta: qual o papel do professor no ensino virtual, que se renova de modo avançado?

Ora, sabemos que tanto na modalidade à distância quanto na presencial, a assistência de um professor capacitado é fundamental. E esse profissional também deve se adequar às mudanças. Ele adota um novo papel e deixa de ser o único que detém o conhecimento, abrindo passagem para que o discente se torne responsável pelo próprio aprendizado.

Analogamente, no universo EAD, o professor é o guia turístico, que mostrará o melhor caminho a ser percorrido pelos estudantes-viajantes os quais, por sua vez, terão vastas experiências neste mundo de possibilidades do conhecimento.

Assim, é muito importante que o guia lance mão de recursos motivacionais a fim de despertar o desejo de aprender do estudante que opta pelo estudo virtual.

Nesse contexto, eles poderão extrapolar os muros da escola, garantindo a concretização do processo de aprendizagem de maneira autônoma e disciplinada.

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Na educação a distância mediada por computador, o professor pode ser chamado de tutor, o qual além de ser um emissor, é um transmissor, bem como o estudante. Assim, ambos interagem num ambiente de troca de informações e podem construir o conhecimento juntos.

Como se percebe, essa construção não é individual e o professor, como mediador, é aquele que busca entender os seus alunos e tenta levá-los à autorrealização. Veja o que tece FREIRE (2002) a respeito disso:

“O educador democrático não pode negar-se o dever de, na sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão”. (FREIRE, 2002, p.13)

Entretanto, cabe ressaltar que este profissional pode se perder no caminho e se tornar um mero transmissor de informações e não um guia que orienta o aprendiz a percorrer o trajeto da aprendizagem de maneira eficaz.

O desafio consiste, portanto, na capacidade de ele buscar melhorar constantemente e encontrar soluções significativas para qualquer tipo de problematização que pode surgir durante o processo. Para isso, deve lançar mão de uma característica bastante positiva: a empatia. Ao se colocar no lugar do aluno, ele poderá compreender exatamente como mantê-lo motivado.

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Concluindo

Em resumo, o professor-tutor atuará ativamente no processo de docência virtual e irá interagir tanto com alunos quanto com outros professores, a fim de sanar quaisquer dúvidas e participar do processo pedagógico.

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Referências

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

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