Formas diferentes de aprendizagem no EAD

Tempo de leitura: 7 minutos

EAD

Com todo o desenvolvimento acadêmico na sociedade moderna, é impossível negar, que cada pessoa é unica na forma que recebe o conteúdo apresentado.

No meio do ensino a distância, não é diferente. Com uma grande diversidade, tanto de gênero, idade e condições financeiras, não existe um padrão para como o aprendizado é passado e recebido para o aluno.

Isso pode ser visto tanto no ensino a distância, como no presencial. Cada aluno tem sua maneira de aprender, assim como o tutor tem sua maneira unica e eficiente de apresentar/passar conteúdo.

Pensando nisso, resolvemos criar esse artigo. Meio do ano e você já está desanimado com os estudos? Calma, estamos aqui pra te salvar!

Olha essa equipe Raleduc
Olha essa equipe Raleduc

Não é surpresa para ninguém que um dos motivos que desmotivam alunos são notas baixas. Na maioria das vezes, a nota baixa está atrelada ao fato do não entendimento do assunto.

Mas calma, você não é burro nem nada, você só não está estudando do jeito certo! É isso mesmo; existem quatro (4) formas de aprendizagem, sabia?

Na mitologia grega, existe um deus chamado Hermes, que é o responsável, por digamos assim, distribuir uma certa quantidade de inteligência para cada individuo.

Essa distribuição era por sorte, nenhum outro fator influenciava na decisão dele.  Hoje, na era moderna (respeitando a crença de cada um, claro), sabemos que não é bem assim, não é? Nos conceda a honra de explicar:

Como falamos anteriormente, cada indivíduo é um ser único (por dentro e por fora), assim, não existe um “padrão” para nada no mundo, certo? Exceto leis. Respeitem as leis.

Segundo um site de definições na internet, existem dois “consensos” de inteligência. O primeiro, de Intelligence: Knowns and Unknowns, um relatório de uma equipe congregada pela Associação Americana de Psicologia, em 1995:

Os indivíduos diferem na habilidade de entender ideias complexas, de se adaptarem com eficácia ao ambiente, de aprenderem com a experiência, de se engajarem nas várias formas de raciocínio, de superarem obstáculos mediante o pensamento. Embora tais diferenças individuais possam ser substanciais, nunca são completamente consistentes: o desempenho intelectual de uma dada pessoa vai variar em ocasiões distintas, em domínios distintos, a se julgar por critérios distintos. Os conceitos de ‘inteligência’ são tentativas de aclarar e organizar esse conjunto complexo de fenômenos.
Uma segunda definição de inteligência vem de Mainstream Science on Intelligence, que foi assinada por cinquenta e dois pesquisadores em inteligência, em 1994:

“Uma capacidade mental bastante geral que, entre outras coisas, envolve a habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender ideias complexas, aprender rápido e aprender com a experiência. Não é uma mera aprendizagem literária, uma habilidade estritamente acadêmica ou um talento para sair-se bem em provas. Ao contrário disso, o conceito refere-se a uma capacidade mais ampla e mais profunda de compreensão do mundo à sua volta – ‘pegar no ar’, ‘pegar’ o sentido das coisas ou ‘perceber’ uma coisa.

Certo, como estávamos falando, por sermos todos diferentes, não existe aquele padrão de “certo” na hora de aprender. Porém, com vários anos de observações, existem teorias que explicam os meios de aprendizado.

A mais conhecida é a VARKvisual, auditive, reading e kinesthetic em inglês). A teoria VARK divide estudantes em quatro  categorias:

  • Visual
  • Auditiva
  • Leitura/ Escrita
  • Sinestésico

Arrume a postura e vamos entender cada uma delas agora.

Visual

Você já teve aquele amigo/aluno que não sentava para ler um texto e mesmo assim tira nota boa? Vamos dar um voto de confiança e esquecer que existe a possibilidade de ter sido cola durante a prova, certo?

O que acontece é que existem pessoas que aprendem vendo! Isso mesmo! Seja por fotos, gráficos, vídeo aulas

Esses alunos gostam de imaginar conceitos a partir de imagens. Então aquela velha tática de anotar só uma palavra, ou desenhar ajuda na hora do estudo é o ideal e característico deles.

Ah! Lembra daquela nossa conversa em outro artigo sobre mapas mentais? Nesse caso, é uma dica valiosa! Você aluno, pode apostar que é sucesso na certa.

amém
hehehe

Auditiva

Aqui vamos confiar no amiguinho que não faz anotações durante a aula, pode ser? Parecido com o modo visual, no auditivo, o indivíduo tem a capacidade de aprender só ouvindo. Isso!

Ele não está fazendo pouco caso ou fingindo prestar atenção, ele só está trabalhando o cérebro da maneira dele.

De todas os estilos, talvez esse seja o que mais se ajusta ao modelo tradicional de estudo na sala de aula. Mas não podemos esquecer que existem sim aqueles alunos que fazem pouco caso com a matéria; isso não tem nada a ver.

Certo, uma dica para que seu rendimento nesses estudos seja produtiva, é gravar as aulas! Exatamente isso.

Então se você se encaixa nesse perfil, converse com seu tutor! E você professor, abra a mente para novas experiências.

Leitura/escrita

Bom, esse ainda não foi confirmado cientificamente como os outros, mas tem gente que defende com unhas e dentes.

Muitos pedagogos e os próprios alunos, alegam que esse perfil é eficiente porque, como o próprio nome já diz, é baseado em leitura e escrita. Ou seja, todo o conteúdo dado em sala de aula ou estudado em casa, em algum momento vira um caderno cheio de anotações e explicações escritas.

Mas isso não é errado não! Se atreva aos resumos [linkar com o post], revisões, fichas… Vale tudo! Só mais uma coisinha, ler e reler as anotações te dá uma vantagem significativa porque ajuda com a recordação de conteúdo mais rápido, está bem?

Sinestésico

Por ultimo, mas não menos importante, o aluno sinestésico, precisa de estimulo externo, algo que o prenda.

É a aprendizagem por meio dos sentimentos, do envolvimento com as emoções. São pessoas que enfatizam o envolvimento pessoal nas situações no dia-a-dia, e se baseiam mais em suas sensações e sentimentos do que em uma abordagem sistemática aos problemas e situações.

Estágios ou trabalhos fora do normal são maneiras de ganhar o aluno e ter um rendimento melhor do mesmo. Esse alunos tem o pensamento amplo. Suas anotações são de acordo com seu raciocínio e não necessariamente com o que o professor diz em sala de aula.

Raleduc informa: nenhum método é eficiente sozinho.

E agora?

Bom, não se prenda em um só método. É totalmente possível que você seja só um, como seja todos! Por quê não? O legal de entender cada um deles, é que você fica ciente de como estudar com cada um deles e assim descobrir qual você mais se identifica! Mas se você quiser um meio mais prático, existem testes online por ai. Esse aqui é um.

Com a compreensão de cada uma dessas categorias, tanto o aluno como o professor, saem ganhando porque a clareza de dar e receber a informação vai ser eficaz para ambos!

Conclusão

No artigo de hoje, conhecemos e entendemos umas das teorias mais conhecidas sobre como são separados os métodos de aprendizagem. Separados em itens, explicamos e demos dicas que podem te ajudar no seus estudos!

Lembrando que nenhum método é eficiente sozinho. Então experimente novas formas de aprendizado. Se permita novas experiências.

Mas e você? Como você aprende? Usa outro método? Deixa um comentário que estamos aqui curiosos para te ouvir suas experiências no meio acadêmico!

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